Que bom estar apaixonado...
Que bom, poder adivinhar o que essa pessoa gosta... E encontrar essa coisa numa loja á quilômetros e quilômetros de casa e ter certeza que essa pessoa vai gostar. Entrar em uma loja e lembrar-se da pessoa, saber que aquela pessoa iria se esbaldar estando ali com você.
Que bom, sentir saudades de quem se ama. Lembrar do sorriso no rosto. De que quando se chega em casa é recebido com um abraço aconchegante e carinhoso depois de um dia tortuoso de trabalho. E poder cuidar de quem se ama com todo melindre necessário.
Que bom, num dia de sol poder estar à disposição dessa pessoa, para poder levá-la para passear e se divertir junto. Poder estar próximo e comer algodão doce, pipoca, ir ao cinema, ou mesmo à pastelaria da praça, comprar um “pastel com um caldo de cana” e sair revigorado e motivado de tudo isso.
Que bom, cumprir as promessas, ouvir e ser ouvido, respeitar e ser respeitado, tratar o outro como se fosse a única pessoa no mundo, pois nesse momento é a única pessoa no mundo que importa.
Que bom estar apaixonado...
Não uma paixão simplesmente carnal. Não uma paixão por carência ou afeto exacerbado ou mesmo por um possível medo de solidão, e que tenha um possível fim. Mas uma paixão duradoura, capaz de transcender até a morte. E é esse o sentimento que o papai, próximo desse dia dos pais tem a declarar por você, por toda a eternidade.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Vantagens sobre a Virtualização
Introdução
A virtualização de servidores não é um conceito novo, pois nasce há mais de cinquenta anos, com a solução adotada nos mainframes dedicados normalmente ao processamento de extenso volume de informações, que rodava, em uma mesma máquina física, diferentes "estações lógicas".
Para suprir as novas necessidades dos usuários, frente ao aumento do volume de dados e da consolidação crescente da convergência de tecnologias, foi preciso encontrar uma forma capaz de atender as demandas das empresas.
O conceito ressurgiu, então, com outros recursos e objetivos decorrentes da evolução da indústria tecnológica. Hoje, é cada vez maior o número de organizações que adotam a virtualização, que tende a se tornar padrão mundial para reduzir custos de administração, manutenção e centralizar o trabalho dos gerentes de tecnologia.
Benefícios
Diferentes sistemas operacionais são executados em uma única máquina física, o que simplifica o gerenciamento e a manutenção do equipamento além de reduzir drasticamente o consumo de energia.
Redução de custos, melhor aproveitamento de espaços físicos, facilidade para desempenhar, gerenciar serviços e disponibilidade de hardware e de aplicativos. A busca por esse cenário já é uma realidade para empresas que adotaram uma das soluções tecnológicas mais difundidas no mercado atualmente: a virtualização. Diante do significativo aumento do volume de dados e da necessidade de maior capacidade de processamento e performance, essa tecnologia veio para otimizar a infraestrutura de TI. A partir dela, diversas máquinas virtuais podem existir, ao mesmo tempo, em uma mesma máquina física.
Uma empresa que tenha, por exemplo, uma série de desktops espalhados em filiais pelo Brasil poderá centralizá-los virtualmente em um único servidor no Data Center. Com a virtualização, a instalação de aplicativos nesses equipamentos, a administração, a troca periódica de cada um deles e a contratação de profissionais para manutenção não são mais necessárias como eram antes. Isso porque as máquinas podem ser acessadas remotamente – até mesmo de um iPhone. O resultado é o melhor aproveitamento da estrutura disponível na organização, sem a aquisição de novos equipamentos.
Sistemas que precisam de uma grande diversidade de plataformas de software, mas que não querem aumentar a plataforma de hardware são beneficiadas por essa tecnologia, utilizando assim todo o potencial do hardware adquirido, que de outra forma não seria possível. O espaço físico deixa de ser escasso (o que acontece na sala cofre do CCA-RJ) e o custo de operação e manutenção diminuem, pois, a partir de um servidor, vários outros servidores podem ser criados.
Outro benefício importante é o aumento da disponibilidade de hardware e de aplicativos para garantir uma melhor continuidade de negócios podendo ser feito backup e migração seguros de ambientes virtuais completos sem interromper os serviços, com pouquíssimo tempo planejado de inatividade (downtime) e fazendo com que o sistema se recupere imediatamente de problemas inesperados
Indispensável para Data Centers
O benefício é visto claramente nos Data Centers, que passam a ficar mais enxutos e mais fáceis de serem gerenciados. Alta disponibilidade; redução de cabeamentos, do número de máquinas e do consumo de energia; ganhos em espaço, performance e qualidade dos serviços hospedados evidenciam as vantagens da virtualização de servidores.
Quando a empresa investe em equipamentos para virtualização, estes obrigatoriamente devem ser de qualidade, com fontes redundantes, equipamentos de backup, storages, etc. Todo esse ambiente traz um grande alívio, principalmente para o administrador de servidores, que não mais se preocupa com fontes queimadas, HDs que pararam de funcionar e placas mãe, por exemplo. Tudo é virtual. O tempo é dedicado às tarefas de administrar os serviços, e muito menos em cuidar do hardware.
Em média, é possível colocar de quinze a vinte servidores virtuais em um único servidor físico, o que representa uma economia considerável. Há menos servidores físicos para monitorar e menor complexidade de infraestrutura – como tomadas, portas de switch/roteadores, cabos de rede e de energia necessários.
Como todas as empresas querem agilidade e eficiência nas atividades, preferencialmente a um baixo custo, as soluções de virtualização passaram a ser bastante viáveis.
A virtualização hoje é a única forma de a empresa continuar suportando suas aplicações e ainda ter margem para crescimento.
Computação em nuvem
Uma das principais tendências tecnológicas atreladas à virtualização é o "cloud computing", conhecido no Brasil como computação em nuvem. A partir dela, o usuário não precisa se preocupar com tarefas como armazenamento, atualização e backup para executar aplicações. Basta acessá-las e utilizá-las diretamente da web, sem que estejam instaladas no próprio computador. Com a mesma facilidade de uso, essas aplicações ficam disponíveis na internet/intraer e podem ser utilizadas em qualquer lugar, independentemente da plataforma. E na base da computação em nuvem se encontram os conceitos da virtualização.
Nesse modelo, a computação (softwares e recursos de hardware) está em algum lugar da rede e é, então, acessada remotamente via internet/intraer. Não importa qual seja o sistema operacional. Por essas facilidades, a migração para essa tecnologia está cada vez mais popularizada, como pode ser visto em aplicativos de edição de texto, planilhas, edição de imagem e até softwares de gestão de relacionamento com clientes.
O cloud computing permite ao cliente contratar uma máquina virtual e esta passa a ser elástica, ou seja, pode ser modificada conforme as necessidades. Se for preciso mais processamento, é possível fazer um upgrade imediato de capacidade sem trocar equipamentos..
Como o serviço é fornecido em cluster, se um servidor parar de funcionar, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecê-lo sem que haja perda de dados. Outra vantagem é que os aplicativos podem ser atualizados a qualquer momento sem gerar impacto para os usuários.
TI Verde
Ao cortar gastos e possibilitar o aproveitamento de espaços físicos, a virtualização acaba contribuindo com a economia de recursos naturais e evitando a poluição do meio ambiente. Já que essa tecnologia requer menor número de máquinas físicas, isso reduz a dissipação do calor, a necessidade de refrigeração e, consequentemente, o uso de energia elétrica. As soluções de virtualização reforçam a ideia de TI Verde – que consiste em um conjunto de práticas sustentáveis de produção, gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos –, com foco na utilização consciente de recursos.
A virtualização de servidores não é um conceito novo, pois nasce há mais de cinquenta anos, com a solução adotada nos mainframes dedicados normalmente ao processamento de extenso volume de informações, que rodava, em uma mesma máquina física, diferentes "estações lógicas".
Para suprir as novas necessidades dos usuários, frente ao aumento do volume de dados e da consolidação crescente da convergência de tecnologias, foi preciso encontrar uma forma capaz de atender as demandas das empresas.
O conceito ressurgiu, então, com outros recursos e objetivos decorrentes da evolução da indústria tecnológica. Hoje, é cada vez maior o número de organizações que adotam a virtualização, que tende a se tornar padrão mundial para reduzir custos de administração, manutenção e centralizar o trabalho dos gerentes de tecnologia.
Benefícios
Diferentes sistemas operacionais são executados em uma única máquina física, o que simplifica o gerenciamento e a manutenção do equipamento além de reduzir drasticamente o consumo de energia.
Redução de custos, melhor aproveitamento de espaços físicos, facilidade para desempenhar, gerenciar serviços e disponibilidade de hardware e de aplicativos. A busca por esse cenário já é uma realidade para empresas que adotaram uma das soluções tecnológicas mais difundidas no mercado atualmente: a virtualização. Diante do significativo aumento do volume de dados e da necessidade de maior capacidade de processamento e performance, essa tecnologia veio para otimizar a infraestrutura de TI. A partir dela, diversas máquinas virtuais podem existir, ao mesmo tempo, em uma mesma máquina física.
Uma empresa que tenha, por exemplo, uma série de desktops espalhados em filiais pelo Brasil poderá centralizá-los virtualmente em um único servidor no Data Center. Com a virtualização, a instalação de aplicativos nesses equipamentos, a administração, a troca periódica de cada um deles e a contratação de profissionais para manutenção não são mais necessárias como eram antes. Isso porque as máquinas podem ser acessadas remotamente – até mesmo de um iPhone. O resultado é o melhor aproveitamento da estrutura disponível na organização, sem a aquisição de novos equipamentos.
Sistemas que precisam de uma grande diversidade de plataformas de software, mas que não querem aumentar a plataforma de hardware são beneficiadas por essa tecnologia, utilizando assim todo o potencial do hardware adquirido, que de outra forma não seria possível. O espaço físico deixa de ser escasso (o que acontece na sala cofre do CCA-RJ) e o custo de operação e manutenção diminuem, pois, a partir de um servidor, vários outros servidores podem ser criados.
Outro benefício importante é o aumento da disponibilidade de hardware e de aplicativos para garantir uma melhor continuidade de negócios podendo ser feito backup e migração seguros de ambientes virtuais completos sem interromper os serviços, com pouquíssimo tempo planejado de inatividade (downtime) e fazendo com que o sistema se recupere imediatamente de problemas inesperados
Indispensável para Data Centers
O benefício é visto claramente nos Data Centers, que passam a ficar mais enxutos e mais fáceis de serem gerenciados. Alta disponibilidade; redução de cabeamentos, do número de máquinas e do consumo de energia; ganhos em espaço, performance e qualidade dos serviços hospedados evidenciam as vantagens da virtualização de servidores.
Quando a empresa investe em equipamentos para virtualização, estes obrigatoriamente devem ser de qualidade, com fontes redundantes, equipamentos de backup, storages, etc. Todo esse ambiente traz um grande alívio, principalmente para o administrador de servidores, que não mais se preocupa com fontes queimadas, HDs que pararam de funcionar e placas mãe, por exemplo. Tudo é virtual. O tempo é dedicado às tarefas de administrar os serviços, e muito menos em cuidar do hardware.
Em média, é possível colocar de quinze a vinte servidores virtuais em um único servidor físico, o que representa uma economia considerável. Há menos servidores físicos para monitorar e menor complexidade de infraestrutura – como tomadas, portas de switch/roteadores, cabos de rede e de energia necessários.
Como todas as empresas querem agilidade e eficiência nas atividades, preferencialmente a um baixo custo, as soluções de virtualização passaram a ser bastante viáveis.
A virtualização hoje é a única forma de a empresa continuar suportando suas aplicações e ainda ter margem para crescimento.
Computação em nuvem
Uma das principais tendências tecnológicas atreladas à virtualização é o "cloud computing", conhecido no Brasil como computação em nuvem. A partir dela, o usuário não precisa se preocupar com tarefas como armazenamento, atualização e backup para executar aplicações. Basta acessá-las e utilizá-las diretamente da web, sem que estejam instaladas no próprio computador. Com a mesma facilidade de uso, essas aplicações ficam disponíveis na internet/intraer e podem ser utilizadas em qualquer lugar, independentemente da plataforma. E na base da computação em nuvem se encontram os conceitos da virtualização.
Nesse modelo, a computação (softwares e recursos de hardware) está em algum lugar da rede e é, então, acessada remotamente via internet/intraer. Não importa qual seja o sistema operacional. Por essas facilidades, a migração para essa tecnologia está cada vez mais popularizada, como pode ser visto em aplicativos de edição de texto, planilhas, edição de imagem e até softwares de gestão de relacionamento com clientes.
O cloud computing permite ao cliente contratar uma máquina virtual e esta passa a ser elástica, ou seja, pode ser modificada conforme as necessidades. Se for preciso mais processamento, é possível fazer um upgrade imediato de capacidade sem trocar equipamentos..
Como o serviço é fornecido em cluster, se um servidor parar de funcionar, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecê-lo sem que haja perda de dados. Outra vantagem é que os aplicativos podem ser atualizados a qualquer momento sem gerar impacto para os usuários.
TI Verde
Ao cortar gastos e possibilitar o aproveitamento de espaços físicos, a virtualização acaba contribuindo com a economia de recursos naturais e evitando a poluição do meio ambiente. Já que essa tecnologia requer menor número de máquinas físicas, isso reduz a dissipação do calor, a necessidade de refrigeração e, consequentemente, o uso de energia elétrica. As soluções de virtualização reforçam a ideia de TI Verde – que consiste em um conjunto de práticas sustentáveis de produção, gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos –, com foco na utilização consciente de recursos.
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